segunda-feira, 26 de março de 2012

Resenha de A Vida, O Universo e Tudo Mais



Terceiro volume da série “O Mochileiro das Galáxias”


Sinopse:
Após as loucas aventuras vividas com seus estranhos amigos em "O Guia do Mochileiro das Galáxias" e "O Restaurante no Fim do Universo", Arthur Dent ficou cinco anos abandonado na Terra Pré-Histórica. Mesmo depois de tanto tempo, ele ainda acordava todas as manhãs com um grito de horror por estar preso àquela monótona e assustadora rotina. Talvez Arthur até preferisse continuar isolado em sua caverna escura, úmida e fedorenta a encarar a próxima aventura para a qual seria forçosamente arrastado: salvar o Universo dos temíveis robôs xenófobos do planeta Krikkit.
Este é o terceiro volume da "trilogia de quatro livros" de Douglas Adams, um dos mais cultuados escritores de ficção científica de todos os tempos. Seu humor corrosivo e sua habilidade em criar situações improváveis tornam seus livros indispensáveis para qualquer um que tenha capacidade de debochar de si mesmo.
Usando o planeta Krikkit como paródia da nossa sociedade e das guerras raciais, Adams cria uma história divertida, inteligente e repleta dos mais inusitados significados sobre a vida, o universo e tudo mais. Skoob

Após anos de isolamento, Arthur e Ford conseguem voltar ao presente, ou quase isso: eles regressam à Terra dois dias antes da visita dos Vogons. Desta vez o livro há uma missão central e toda a estória gira em torno dela. Trata-se, nada menos, de salvar absolutamente todo o Universo.

Após presenciarem um ataque dos robôs xenófobos de Krikkit a humanos em um pacato jogo de críquete, Arthur e Ford são convocados por Slartibartfast, de Magrathea, para viajarem em sua nave “Bistromática” e salvar “a Vida, o Universo e Tudo Mais”.

A narração deste livro, dinâmica como nos dois anteriores, é intercalada com explicações a respeito do pitoresco planeta Krikkit, um lugar onde os habitantes nunca tiveram motivo (e oportunidade) de contemplar as estrelas, enquanto Arthur, Ford e Slartibartfast viajam tentando antecipar as ações da nave inimiga.

Existem, entretanto, mais coisas neste livro do que a missão propriamente dita. Neste livro, Arthur é perseguido pela improbabilidade, manifestada na bagagem dele. Ele também descobre que sua vida está relacionada com sistemáticas fatalidades, seja no passado, no presente ou no futuro. Esta descoberta nos ajuda a esclarecer os pensamentos daquele vaso de petúnias do primeiro livro (o míssil que se transformou em um vaso de petúnias sobre Magrathea) além de mudar as espectativas de Arthur quanto a seu futuro.

Nste livro, Arthur tem contato com dois personagens interessantes que só serão retomados no sexto livro da série (que não foi escrito pelo finado Douglas Adams, mas por Eoin Colfer), portanto é bom prestar atenção, se estiver lendo pela primeira vez. Se já leu, pode ser interessante relê-lo antes de abrir o sexto volume. Caso não tenha o livro, de uma olhada na  Promoção Mochileiro das Galáxias e concorra a um Box da série.

Fiquem atentos: em breve, novas resenhas da série “O Mochileiro das Galáxias”.

Lembro que esta resenha faz parte da Promoção Mochileiro das Galáxias. Comente e preencha o FORMULÁRIO, para participar.

P. M. Zancan

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